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O QUE NÓS FAZEMOS

A nossa cultura

Redes Cordiais foi criado com o intuito de contribuir para a distensão social, especialmente na internet, para que o debate democrático e a interação entre diferentes grupos nas redes sociais ocorram de maneira tranquila, sem a poluição causada pelo ódio e pelas notícias falsas — os dois crescentes não só na internet brasileira. Para garantir o impacto da iniciativa, influencers de diferentes áreas são convidados a co-criar ações de conscientização e informação para seus públicos, disseminando os conceitos da comunicação não-violenta, da educação midiática e de como evitar a desinformação e a propagação de mentiras.

 

O poder cada vez maior e abrangente dos comunicadores digitais e a maneira como eles se conectam com suas redes surgem como um novo canal de formação da opinião pública.


A crise política e econômica no país vem se agravando com fatos recentes, que merecem a atenção da sociedade, e, sobretudo, ação. A eleição de 2018 evidenciou o quão tensionados e polarizados estamos.

O clima beligerante enfraquece os laços de confiança entre diferentes segmentos da sociedade, ameaça a democracia, aumenta a insegurança jurídica e afasta investimentos no país. Na internet, posições radicais despertam manifestações espontâneas violentas e a propagação de notícias falsas de diversos tipos e para diferentes usos. As redes sociais se tornaram uma imensa Torre de Babel em que as diferentes línguas falam muito, mas ninguém se entende.

Em todo o mundo, as iniciativas voltadas para o enfrentamento das notícias falsas e da polarização na internet envolvem o jornalismo prioritariamente.

O Redes Cordiais inova e sai da bolha, engajando comunicadores digitais no tripé: combate à desinformação; comunicação não-violenta e social media literacy. Criamos um movimento em que os digital influencers são protagonistas na disseminação da cultura #redescordiais.

FUNDADORAS

Alana Rizzo. Jornalista formada pela PUC-MG, especializou-se nas áreas de política, transparência e investigação. Em Brasília, passou pelo Correio Braziliense e Estado de S. Paulo. Trabalhou também nas revistas Veja e Época. Foi diretora da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) de 2012 até 2017, onde coordenou a pesquisa Mulheres no Jornalismo Brasileiro. Tem mestrado em Comunicação pela IE Business School (Madri) e é Journalist in Residence da Universidade de Chicago. Atualmente, trabalha para Albright Stonebridge Group e é colaboradora da Economist Intelligence Unit. É uma das autoras do livro Lobby desvendado: democracia, políticas públicas e corrupção no Brasil contemporâneo.

Clara Becker. Nasceu no Rio de Janeiro, cidade onde formou-se em Comunicação Social (PUC-Rio) e Letras - Línguas Vernáculas (UFRJ). Entre 2009 e 2013 foi repórter da Revista Piauí e, nos dois anos seguintes, da Veja Brasília. Hoje vive em Buenos Aires e escreve para a Agência Lupa, a primeira agência de fact-checking brasileira. É coautora dos livros The Football Crónicas, editado pela Ragpicker Press e Los Malos da Universidad Diego Portales.